• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

STF nega pedido para revogar prisão domiciliar de Bolsonaro

Administrador Por Administrador
14 de outubro de 2025
Em Política
0
stf-nega-pedido-para-revogar-prisao-domiciliar-de-bolsonaro

STF nega pedido para revogar prisão domiciliar de Bolsonaro

0
AÇÕES
4
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (13) o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que visava revogar a prisão domiciliar imposta em 4 de agosto de 2025. O magistrado considerou que a condenação do ex-mandatário por golpe de Estado e o risco de fuga são suficientes para manter as medidas cautelares impostas nas investigações sobre coação de Justiça. Na decisão, o ministro nega o pedido formulado pelos advogados de Bolsonaro em 23 de setembro. 

Acesse também: Qual será o destino dos projetos considerados vitrine de Lula para 2026

Segundo a defesa do ex-presidente, não haveria mais motivos para se manter as restrições uma vez que a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou apenas o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o comentarista político Paulo Figueiredo nas investigações por interferência no julgamento da ação penal do Golpe de Estado na Primeira Turma do Supremo. 

Os advogados de Bolsonaro haviam pedido a revogação das medidas cautelares, o que inclui a prisão domiciliar. O motivo, segundo a defesa, é que a Procuradoria-Geral da República (PGR) não incluiu Bolsonaro na denúncia apresentada ao STF no dia 22 de setembro.

Defesa x Imposição do STF
Paulo Cunha, que integra a defesa do ex-presidente, disse que não havia razões para a manutenção das cautelares sem que ele tenha sido denunciado. “Com o oferecimento de denúncia, na qual o presidente Bolsonaro não foi acusado, esvazia-se a necessidade de quaisquer medidas cautelares, já que não há ação penal”, afirmou o advogado.

A defesa de Bolsonaro pediu a revisão de outras restrições impostas pela Justiça. Fazem parte do pedido a remoção da tornozeleira eletrônica e o fim da proibição de falar com autoridades ou embaixadores estrangeiros e de se aproximar de embaixadas e consulados. “Sem ação penal oferecida, as cautelares tornar-se-ão um fim em si mesmas, não havendo mais como serem mantidas de forma legal, de sorte que a defesa aguarda sua célere revogação”, disse o advogado.

Defesa afirma que não houve acusação contra Bolsonaro e, portanto, “não há processo a ser protegido ou futura pena a ser garantida”. “Não há fundamento jurídico, garantista ou punitivista, a sustentar legalmente esse estado de coisas e, lamentavelmente, o despacho do Ministro relator quedou-se silente diante do argumento (o que só reforça que é irrespondível), mantendo o Presidente Bolsonaro preso e absolutamente silenciado”, disse Paulo Cunha Bueno.

O inquérito que investiga Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo é diferente da ação penal da trama golpista. Nessa última, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. Nela, os ministros do STF seguiram proposta apresentada pelo relator da ação, Alexandre de Moraes. O ministro Luiz Fux se absteve de falar em pena, já que havia votado pela absolvição do ex-presidente.

Luiz Fux, ministro do STF, que votou pela absolvição de Bolsonaro na condenação por tentativa de golpe de Estado – Créditos: Victor Piemonte/STF
Para Moraes, houve descumprimentos das medidas cautelares por Bolsonaro, em referência à participação do ex-presidente, por meio de videochamada com seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), em manifestações públicas em 3 de agosto, no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ), e na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). 

“A garantia da ordem pública e a necessidade de assegurar a integral aplicação da lei penal justificam a manutenção da prisão domiciliar e demais cautelares, como substitutivas da prisão preventiva, compatibilizando de maneira razoável, proporcional e adequada a Justiça Penal e o direito de liberdade“, decretou o ministro.

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, nega pedido de defesa do ex-presidente Bolsonaro – Créditos: Andressa Anholete/STF
Bolsonaro está com tornozeleira eletrônica desde 18 de julho. O ex-presidente também está restrito de circulação e de acesso às redes sociais. As medidas cautelares foram impostas no âmbito de um inquérito que investiga Eduardo. Bolsonaro foi submetido às medidas suspeito de coação no curso do processo, obstrução e ataque à soberania nacional com o filho junto ao presidente dos EUA, Donald Trump. (Especial para O HOJE)

Postagem Anterior

Possível saída de Caiado do UB expõe fragmentação do campo conservador

Próxima Postagem

MDB trabalha para eleger até cinco deputados federais em 2026

Próxima Postagem
mdb-trabalha-para-eleger-ate-cinco-deputados-federais-em-2026

MDB trabalha para eleger até cinco deputados federais em 2026

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.