• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Relação entre Lula e Congresso teve avanços, mas vive de crises que podem crescer em 2026

Administrador Por Administrador
28 de dezembro de 2025
Em Política
0
relacao-entre-lula-e-congresso-teve-avancos,-mas-vive-de-crises-que-podem-crescer-em-2026

Relação entre Lula e Congresso teve avanços, mas vive de crises que podem crescer em 2026

0
AÇÕES
8
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

Bruno Goulart

Ao longo de 2025, a relação entre o presidente Lula da Silva (PT) e o Congresso Nacional não foi fácil. Marcada por altos e baixos, a convivência entre Executivo e Legislativo combinou momentos de cooperação pontual com crises políticas profundas, reflexo de um Parlamento majoritariamente de centro-direita, avesso a pautas sociais estruturantes defendidas pelo governo, e cada vez mais fortalecido pelo controle do Orçamento.

De um lado, o Planalto conseguiu aprovar medidas de forte apelo popular, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, aprovada por unanimidade. A vitória, no entanto, não veio sem custos. O governo precisou investir em ampla campanha pública para constranger o Congresso, o que expôs a resistência histórica da classe política em abrir mão de privilégios. A pressão funcionou, mas evidenciou que consensos só avançam quando o desgaste político para os parlamentares se torna alto demais.

Agora, o Executivo passará a defender, de forma mais contundente, o fim da escala 6×1, outra proposta de cunho social que promete encontrar forte resistência no Parlamento. Assim como ocorreu com o Imposto de Renda, o debate tende a ser longo, polarizado e condicionado à capacidade do governo de mobilizar a opinião pública.

Leia mais: Pesquisa nacional aponta Mabel entre os piores prefeitos do Brasil

Por outro lado, pautas sensíveis aprofundaram o distanciamento entre os Poderes. Propostas como a anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro, o tarifaço, projetos ligados à segurança pública, além do PL Antifacção, foram fontes permanentes de atrito. Em meio a esse cenário, o governo também enfrentou derrotas, como a derrubada do decreto do IOF, que daria mais recursos ao governo para promover novas políticas públicas.

A aprovação da Lei Orçamentária de 2026 escancarou o desequilíbrio institucional: o Congresso ampliou para R$ 61 bilhões o volume de emendas parlamentares — um aumento de 20% em relação a 2025 e quase três vezes mais do que em 2019 —, enquanto retirou quase R$ 500 milhões da Educação e da Ciência.  Em outubro, Lula declarou que o atual Congresso tem “qualidade de baixo nível”, ao atribuir o problema à presença expressiva da extrema direita.

Momento mais crítico da relação entre Lula e Congresso
No entanto, o momento mais crítico da relação ocorreu no fim de novembro, quando quase simultaneamente os presidentes da Câmara e do Senado romperam com o Planalto.  Na Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) cortou relações com o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), após críticas públicas à condução do PL Antifacção. Já no Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) rompeu com o líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), frustrado com a decisão de Lula de não indicar o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao Supremo Tribunal Federal, ao optar pelo advogado-geral da União, Jorge Messias.

Embora Alcolumbre tenha anunciado que a sabatina ocorreria em 10 de dezembro, a sessão acabou por ser adiada. Projetos estratégicos do governo, como a PEC da Segurança Pública e o próprio PL Antifacção, foram empurrados para 2026. Mesmo diante das crises, Hugo Motta afirmou, na semana passada, que a relação com o governo está “estabilizada”. Ainda assim, o discurso não elimina a percepção de desconfiança mútua.

No pronunciamento em rede nacional nesta quarta-feira (24), véspera de Natal, Lula tentou reposicionar o debate. Ao fazer um balanço do ano, destacou conquistas como a saída do Brasil do Mapa da Fome, a retomada do Bolsa Família, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da agricultura familiar, a ampliação do Minha Casa, Minha Vida e a política de isenção do IR. (Especial para O HOJE)

Postagem Anterior

Goiás abre negociações com meia Gegê para suprir lacuna no setor criativo em 2026

Próxima Postagem

Mista aprova LOA de R$ 10,8 bilhões e alterações na Cosip

Próxima Postagem
mista-aprova-loa-de-r$-10,8-bilhoes-e-alteracoes-na-cosip

Mista aprova LOA de R$ 10,8 bilhões e alterações na Cosip

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.