• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

GDF endurece controle de gastos e proíbe despesas sem dinheiro em caixa

Administrador Por Administrador
8 de maio de 2026
Em Política
0
gdf-endurece-controle-de-gastos-e-proibe-despesas-sem-dinheiro-em-caixa

GDF endurece controle de gastos e proíbe despesas sem dinheiro em caixa

0
AÇÕES
3
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

O Governo do Distrito Federal publicou um novo decreto que amplia o controle sobre os gastos públicos e estabelece regras mais rígidas para a execução de despesas em toda a administração local. A medida, assinada pela governadora Celina Leão, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (7) e determina que nenhum órgão poderá assumir compromissos financeiros sem a existência de recursos disponíveis para pagamento.

Na prática, a norma impede que despesas sejam empenhadas — etapa que formaliza a reserva orçamentária para compras e serviços — sem que haja dinheiro suficiente em caixa para quitá-las. O objetivo é evitar o acúmulo de dívidas sem cobertura financeira e garantir maior previsibilidade nas contas públicas.

Em entrevista ao O Hoje, o secretário de Economia do DF, Valdivino de Oliveira, afirmou que a medida segue um princípio básico de responsabilidade fiscal.

“Agora, nenhum órgão vai contratar a despesa se não tiver receita para acobertar. Esse é o princípio para que possamos implantar o equilíbrio nas contas do GDF. Ou seja, ninguém vai gastar sem que tenha receita correspondente para gastar”, declarou.

Segundo o secretário, a iniciativa também reorganiza a liberação dos recursos ao longo do ano, adequando os desembolsos à arrecadação efetivamente registrada pelo governo. A prioridade da gestão, afirmou ele, continuará concentrada em áreas consideradas essenciais, como saúde, transporte público e manutenção urbana.

“O princípio econômico básico de uma boa gestão de recursos é gastar apenas o que se tem. Por isso, estamos aumentando o controle para chegarmos ao final desta gestão com equilíbrio fiscal”, destacou Valdivino.

Leia também:

GDF endurece controle de gastos e proíbe despesas sem dinheiro em caixa

Decreto atua como freio preventivo, avalia especialista
Para o mestre em economia pela Universidade Federal de Uberlândia, Matheus Silva de Paiva, o decreto funciona como um mecanismo preventivo contra o crescimento de despesas sem respaldo financeiro, problema que frequentemente compromete o equilíbrio das contas públicas.

“O decreto atua como um freio preventivo contra a formação de restos a pagar sem cobertura, um dos principais vilões do equilíbrio fiscal. Ao exigir saldo em caixa antes do empenho, o GDF reduz o risco de déficit financeiro ao fim do exercício”, avalia.

O economista afirma ainda que a medida traz mais segurança para empresas que prestam serviços ao governo, já que reduz o risco de atrasos nos pagamentos.

“Para o setor privado, isso significa maior previsibilidade e segurança jurídica. As empresas passam a saber que o recurso para pagamento já está reservado no Tesouro, o que pode até reduzir custos em licitações, porque o risco de inadimplência deixa de ser embutido pelos fornecedores”, explica.

Apesar dos benefícios fiscais, Paiva ressalta que a nova regra pode tornar mais cautelosa a implementação de novos projetos e obras públicas, especialmente em períodos de menor arrecadação.

“A exigência de caixa imediato pode desacelerar alguns investimentos no curto prazo, mas evita o problema das obras paradas por falta de liquidez. O governo passa a ser mais seletivo nos investimentos, priorizando áreas essenciais enquanto aguarda novas receitas”, pontua.

O economista também observa que, embora o decreto ajude a impedir gastos sem lastro financeiro, ele não resolve sozinho desafios estruturais das contas públicas do DF, como o elevado comprometimento da receita com despesas obrigatórias.

“O controle de empenhos garante solvência imediata, mas a sustentabilidade fiscal de longo prazo depende de medidas que estimulem o empreendedorismo e reduzam a dependência da economia local em relação ao setor público”, conclui.

Postagem Anterior

Apoio de Eduardo a aliado de Valdemar em São Paulo gera críticas nas redes sociais

Próxima Postagem

Goiânia acelera vacinação contra gripe e aplica quase 50% mais doses em 2026

Próxima Postagem
goiania-acelera-vacinacao-contra-gripe-e-aplica-quase-50%-mais-doses-em-2026

Goiânia acelera vacinação contra gripe e aplica quase 50% mais doses em 2026

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.