• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Alego aprova em primeira fase adesão de Goiás ao Propag 

Administrador Por Administrador
16 de maio de 2025
Em Política
0
alego-aprova-em-primeira-fase-adesao-de-goias-ao-propag 

Alego aprova em primeira fase adesão de Goiás ao Propag 

0
AÇÕES
7
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou, na última quarta-feira (14), em primeira fase a inserção de Goiás no Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). A aprovação ocorreu após o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), encaminhar à apreciação e à deliberação do projeto de lei que solicita a alteração do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) para o Propag. Segundo o líder do governo, Talles Barreto (União Brasil), o novo modelo garante maior equilíbrio fiscal e oferece ao estado mais autonomia para administrar suas dívidas.  

“Sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, fizemos o dever de casa. Trabalhamos com responsabilidade, buscando sempre o melhor para o povo goiano. E é por isso que optamos pelo Propag”, afirmou Talles. O parlamentar apontou que o novo modelo representa avanços significativos em relação ao anterior, principalmente, no que se refere à economia para os cofres públicos e às condições de pagamento da dívida estadual. “Com a adesão ao Propag, o governo estadual terá R$1,5 bilhão a mais em recursos para investimentos”, disse.   

“Essa nova proposta representa economia, responsabilidade e mais futuro para Goiás. Enquanto o antigo regime previa encargos pesados atrelados à Selic, o Propag nos oferece condições muito mais justas com correção apenas pelo IPCA, sem juros adicionais. Só com essa mudança, a economia estimada para o estado é de R$ 27 bilhões em 30 anos. Isso significa menos pressão sobre o orçamento e mais recursos para investir onde realmente importa: saúde, educação, segurança e infraestrutura. O Propag é bom pra Goiás. É bom para o presente e é ainda melhor para o futuro dos goianos”, pontuou o líder do governo. 

Leia mais: CCJ autoriza Mabel a gastar R$ 10 mi sem explicar a origem e destino dos recursos

Por outro lado, o deputado da oposição Mauro Rubem (PT) exaltou a iniciativa do presidente Lula (PT). “Quero destacar o quanto o Governo Federal está preocupado com o desenvolvimento do país. Nosso ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem tratado esse assunto como ponto central e, com isso, teremos uma capacidade de crescimento nos próximos anos”, disse o parlamentar. Também, Bia Lima (PT) afirmou: “Independentemente de quem é ou será o próximo governador, quem paga a conta é a população. Portanto, entrar no Propag é muito importante para os goianos, não só do ponto de vista orçamentário, mas também do ponto de vista da flexibilização dos investimentos e, claro, da possibilidade de avanço”. 

O estado ingressou no RRF no ano de 2021 devido a uma grave crise de liquidez, e o plano de recuperação fiscal foi homologado para vigorar até 2030. No entanto, com a criação do Propag houve um aperfeiçoamento das condições de pagamento. Na solicitação do gestor estadual aponta que, em uma análise feita pela Secretaria de Economia, “a taxa de juros de 0% ao ano”, com isso “será possível ocorrerem incrementos de investimentos pela opção de participação no Fundo de Equalização Federativa”. 

“Assumem-se, nesse caso, compromissos de investimentos de 1% ao ano do saldo devedor das dívidas reestruturadas com a União, para o cenário de adesão com a amortização de 20% do saldo devedor. Assim, a ECONOMIA espera que os incrementos anuais possam refletir no PIB estadual e consequentemente na receita corrente líquida e nos resultados fiscais estaduais”, diz o texto. 

A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) analisou o projeto e não encontrou vícios jurídicos ou inconstitucionalidade, garantindo sua compatibilidade com a legislação vigente. Além disso, não há concessão de benefícios fiscais que caracterizem renúncia de receita. Ainda, o órgão aponta que o objetivo é permitir ao estado adotar medidas para alcançar equilíbrio fiscal.

Postagem Anterior

Vasco e Souza chegam a acordo para rescisão amigável de contrato

Próxima Postagem

CCJ aprova extensão da calamidade pública em Goiânia

Próxima Postagem
ccj-aprova-extensao-da-calamidade-publica-em-goiania

CCJ aprova extensão da calamidade pública em Goiânia

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.