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Irã ameaça atacar big techs dos EUA no Oriente Médio

Administrador Por Administrador
31 de março de 2026
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Irã ameaça atacar big techs dos EUA no Oriente Médio

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A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta terça-feira (31) que passará a incluir empresas americanas no Oriente Médio entre seus alvos, em resposta aos bombardeios atribuídos aos Estados Unidos e a Israel. Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares listaram 18 organizações e afirmou que ataques podem começar a partir das 20h desta quarta-feira (1º), no horário de Teerã, o que corresponde a 13h30 em Brasília.

No texto, os militares acusam Washington e Tel Aviv de ignorarem alertas anteriores e responsabilizam os dois países por mortes de civis, descritos como “martirizados”. A Guarda orienta funcionários dessas empresas a deixarem imediatamente seus locais de trabalho e recomenda que moradores em um raio de um quilômetro também busquem abrigo. Entre as companhias citadas estão gigantes de tecnologia, defesa e finanças, como Boeing, Google, Apple e Microsoft.

Irã realizou ataques contra instalações ligadas aos EUA
Ainda, a Guarda afirmou ter realizado ataques contra duas instalações ligadas ao Exército dos EUA: uma estrutura fora da base aérea de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos (UAE), e um alojamento de tropas no Bahrein. Segundo Teerã, cerca de 200 militares americanos estariam na instalação atingida nos UAE no momento do bombardeio, ocorrido na segunda-feira (30).

Ainda de acordo com a Guarda Revolucionária, o ataque destruiu o local identificado como centro de comando. Já no Bahrein, a ofensiva teria sido de “precisão”. O secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarou ter presenciado a interceptação de dois mísseis iranianos, mas não detalhou o episódio.

O conflito, que já ultrapassa um mês, mantém bases militares dos Estados Unidos sob risco constante de novos ataques na região. Antes do início das hostilidades, Washington chegou a evacuar parte de seu efetivo dessas instalações como medida preventiva.

Do lado israelense, a sinalização é de continuidade das operações. O porta-voz militar Nadav Shoshani afirmou que as forças estão preparadas para manter a ofensiva por várias semanas.

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