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Rio Quente e Goiânia estão entre as melhores cidades do País, mas capital enfrenta desafios estruturais

Administrador Por Administrador
22 de maio de 2026
Em Cidades
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Rio Quente e Goiânia estão entre as melhores cidades do País, mas capital enfrenta desafios estruturais

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Conhecida nacionalmente pelas águas termais e pelo turismo de lazer, Rio Quente passou a chamar atenção também pelos indicadores sociais. O município do sul goiano, com pouco mais de 4 mil habitantes, alcançou a melhor colocação de Goiás no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026 e entrou para a lista das 60 cidades com melhor qualidade de vida do País. 

Divulgado pelo instituto Imazon, o levantamento avaliou os 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. A pesquisa mede condições relacionadas à saúde, educação, moradia, segurança, saneamento, inclusão social, acesso à informação e qualidade ambiental. 

Rio Quente obteve 69,53 pontos e aparece na 52ª posição nacional. Goiânia ficou logo atrás, com 69,47 pontos, ocupando o 59º lugar geral e a sexta posição entre as capitais brasileiras. Goiás também aparece em destaque no ranking estadual, ocupando a sexta melhor média do País, com 64,52 pontos, acima da média nacional de 63,40. 

Turismo movimenta economia e transforma Rio Quente 
Localizada a cerca de 180 quilômetros de Goiânia, Rio Quente construiu sua economia a partir do turismo. O município abriga o maior rio de águas naturalmente quentes do planeta, além de integrar, junto com Caldas Novas, a maior estância hidrotermal do mundo, segundo o Ministério do Turismo.

A cidade recebe anualmente milhões de visitantes atraídos pelas águas termais, parques aquáticos e hotéis instalados na região. Segundo dados da prefeitura, somente em 2025 o município recebeu cerca de 3 milhões de turistas, número muito superior à população fixa da cidade.

A força econômica do turismo ajuda a explicar o desempenho social do município. O principal grupo turístico instalado na cidade responde por cerca de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) local e mantém uma cadeia de empregos que movimenta praticamente toda a economia de Rio Quente.

Dados do setor apontam que somente no primeiro semestre de 2025 foram registradas 270 mil diárias vendidas em um dos complexos turísticos da cidade, além de 725 mil hóspedes e 257 mil visitantes no parque aquático local. Ao todo, quase 1 milhão de pessoas circularam pelo município em apenas seis meses.

O CEO do grupo responsável pelos empreendimentos turísticos na região, Alessandro Cunha afirma que o setor vive uma mudança no perfil do consumidor após a pandemia. Segundo ele, o turismo nacional passou a ganhar espaço entre brasileiros que priorizavam viagens internacionais. Com isso, o grupo anunciou investimento de R$ 1,4 bilhão em modernização de hotéis, tecnologia, novos produtos e expansão das áreas de lazer. Parte dos recursos também será destinada à ampliação do Parque das Fontes, principal atração turística da cidade.

Apesar do peso econômico do turismo, especialistas apontam que o desempenho de Rio Quente no IPS não se explica apenas pela atividade turística. O levantamento mostra avanços importantes em áreas como saneamento, expectativa de vida, acesso à informação, empregabilidade e programas sociais. 

Capital cresce e se consolida entre as capitais mais bem avaliadas 
Embora tenha perdido a liderança estadual para Rio Quente, Goiânia manteve posição de destaque nacional e aparece como a sexta capital com melhor qualidade de vida do Brasil.

Nos últimos anos, Goiânia passou a atrair moradores de diferentes regiões do País. O crescimento imobiliário, a expansão da Região Metropolitana e o fortalecimento do setor de serviços transformaram a capital em um dos principais polos urbanos do Centro-Oeste.

A cidade também passou a ser vista nacionalmente como uma alternativa de qualidade de vida em comparação a grandes metrópoles brasileiras. O custo de vida relativamente menor, aliado à oferta de serviços, áreas verdes e mobilidade considerada menos caótica que a de capitais maiores, ajudou a fortalecer essa percepção.

Crescimento acelerado expõe gargalos urbanos em Goiânia
Estado tem duas cidades entre as 60 melhores do Brasil em qualidade de vida. Gabriel Louza/O HOJE
Embora Goiânia apareça entre as capitais com melhor qualidade de vida do País no índice, o próprio levantamento revela desafios estruturais que acompanham o crescimento acelerado da cidade. Problemas relacionados à mobilidade, drenagem urbana, saúde pública e expansão desordenada têm pressionado a infraestrutura da capital nos últimos anos.

O aumento da população e da frota de veículos ampliou congestionamentos em corredores estratégicos, principalmente nos horários de pico. Ao mesmo tempo, a verticalização e a expansão imobiliária reduziram áreas permeáveis e agravaram episódios de alagamentos em diferentes regiões da cidade.

Um dos casos mais emblemáticos envolve a Marginal Botafogo, via que enfrenta recorrentes problemas de erosão, enxurradas e interdições durante o período chuvoso. Construída há mais de três décadas dentro de um modelo urbano que priorizava a canalização de córregos para ampliação viária, a marginal passou a sofrer impactos provocados pelo crescimento urbano intenso ao redor da bacia do córrego Botafogo.

Com a impermeabilização do solo e a ocupação acelerada das regiões centrais, o volume de água direcionado ao canal aumentou significativamente nos últimos anos. Como consequência, a pressão sobre a estrutura da via também cresceu.

O urbanista Fred Le Blue avalia que a Marginal Botafogo possui problemas estruturais históricos. Segundo ele, a via apresenta “erros crônicos de projeto e engenharia” diante da demanda atual de drenagem urbana. “Qualquer coisa menos que uma reforma estrutural com planejamento urbano participativo de longo prazo é dançar às cegas na beira do abismo”, afirmou.

Levantamento recente do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR), elaborado pelo Governo Federal em parceria com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), identificou 120 áreas de risco geo-hidrológico em Goiânia. Nessas regiões vivem aproximadamente 6.464 pessoas.

O estudo aponta 27 áreas classificadas como risco muito alto, outras 49 áreas foram enquadradas como risco alto, enquanto 44 setores aparecem na categoria de risco médio.

A arquiteta e urbanista Maria Ester de Souza afirma que os alagamentos não podem ser analisados apenas como problema de drenagem. Segundo ela, o próprio modelo de urbanização contribui para o agravamento da situação.

“Todo local por onde a água passar que tiver sua superfície impermeabilizada ou que retenha essa água vai ficar alagado. Goiânia alaga porque, no modelo de cidade que a gente vive, a água não tem tempo nem espaço para escoar até o seu caminho natural”, explica.

A especialista também critica a ocupação de áreas ambientalmente frágeis e a impermeabilização excessiva do solo urbano. “A gente ocupa áreas de alagamento, cimenta tudo e constrói em cima. Esse é um modelo errado de urbanização”, afirma.

Além da infraestrutura urbana, a pressão sobre os serviços públicos aparece como outro desafio da capital. A superlotação de unidades de urgência, como Cais e Upas, além das dificuldades na marcação de consultas e exames especializados, segue entre as principais reclamações da população.

Os próprios indicadores do IPS apontam fragilidades em áreas sociais importantes, como baixa cobertura vacinal contra poliomielite, crescimento da população em situação de rua e violência contra mulheres.

O cenário revela um contraste vivido atualmente por Goiânia. Ao mesmo tempo em que a capital fortalece sua imagem nacional como cidade com qualidade de vida e atrai novos moradores, também enfrenta problemas típicos de grandes centros urbanos, pressionando infraestrutura, mobilidade e serviços públicos.

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