Ranking divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostra que o estado ficou, em média, 12,66 horas sem energia ao longo de 2025.
O número representa uma melhora em relação a 2024, quando o tempo médio sem luz foi de 15,9 horas. Mesmo assim, o desempenho segue ruim e mantém Goiás acima da média nacional, que ficou em 9,30 horas no mesmo período.
Esse cenário ajuda a explicar a posição da concessionária responsável pelo serviço no estado. A Equatorial Goiás aparece na 32ª colocação entre 33 distribuidoras de grande porte avaliadas pela Aneel, ocupando a penúltima posição do ranking.
Além do tempo sem energia, a frequência das interrupções também chama atenção. Em média, cada consumidor goiano enfrentou 5,87 quedas ao longo do ano, o que reforça a percepção de instabilidade no fornecimento.
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Os dados fazem parte do Desempenho Global de Continuidade (DGC), indicador que avalia tanto a duração quanto a quantidade de interrupções no serviço elétrico.
Apesar do resultado, a Equatorial afirma que vem melhorando os indicadores desde que assumiu a concessão. Segundo a empresa, houve redução de 19% no desempenho global de continuidade em comparação ao ano anterior.










