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Hospital Renaissance é interditado e administrador é preso por descumprir normas sanitárias

Administrador Por Administrador
16 de maio de 2025
Em Cidades
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Hospital Renaissance é interditado e administrador é preso por descumprir normas sanitárias

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O Hospital Renaissance, localizado no Setor Marista, em Goiânia, foi interditado nesta quinta-feira (15) após desrespeitar determinações da Vigilância Sanitária. Durante a ação, o administrador da unidade foi preso por “grave descumprimento de normas sanitárias”. Ele não teve o nome divulgado.

A interdição ocorreu após constatação de que o hospital seguia atendendo normalmente, mesmo após ter sido parcialmente interditado em 30 de abril e totalmente fechado no último dia 6 de maio. Investigações apontaram que a unidade ainda recebia pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e no ambulatório, mesmo sem cumprir exigências legais e estruturais mínimas, como equipe médica completa.

Segundo o delegado Humberto Teófilo, que conduz o caso, nem os pacientes nem os funcionários sabiam da interdição oficial. Além disso, foi verificado que os trabalhadores estão com salários atrasados e sem receber depósitos do FGTS. “Eles continuaram atendendo normalmente, sem avisar aos pacientes nem aos planos de saúde. Prendemos o administrador ontem e hoje”, afirmou.

Outro problema envolvendo o hospital diz respeito ao imóvel. Parte do terreno, onde hoje funciona o estacionamento e há um depósito de lixo, está sob ordem de despejo judicial desde 28 de março. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), que rejeitou recurso do hospital e manteve sentença da 1ª instância proferida ainda em outubro do ano passado.

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De acordo com o processo, uma empresa comprou os lotes em 2022, mas o hospital se recusou a desocupá-los ou formalizar novo contrato de locação, alegando estar em processo de recuperação judicial. Segundo os autos, o hospital não paga aluguel, encargos tributários nem o seguro obrigatório.

O advogado Ramon Santos, que representa um dos credores do hospital, afirmou que o restante da unidade também está sob ordem de despejo desde o fim de 2019, mas a medida está suspensa por conta da recuperação judicial processo que ele contesta.

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