O Ministério da Educação (MEC) publicou novas diretrizes curriculares para os cursos de enfermagem em todo o país. As mudanças foram oficializadas nesta terça-feira (19) e alteram regras relacionadas à formação, carga horária e atividades práticas dos estudantes.
Sem EAD
Entre as principais mudanças está a exigência de que os cursos sejam ofertados exclusivamente na modalidade presencial. As novas regras também determinam carga horária mínima de 4 mil horas e duração mínima de cinco anos para a graduação em enfermagem.
Entre os pontos principais, o texto destaca a integração entre ensino, pesquisa e extensão, além da articulação entre teoria e prática desde o início da graduação.
As novas diretrizes também detalham as competências esperadas dos profissionais, após a formação:
atuação no cuidado individual e coletivo,
gestão de serviços de saúde,
desenvolvimento de ações educativas e
participação na formulação de políticas públicas.
O currículo deve contemplar áreas como cuidado em saúde, gestão, pesquisa, desenvolvimento profissional e educação em saúde.
Para a formação em licenciatura, a norma prevê a atuação prioritária na educação profissional técnica de nível médio, com foco na formação de docentes para cursos técnicos em enfermagem.
O projeto pedagógico deverá seguir diretrizes específicas da formação docente e valorizar princípios como inclusão, democracia e compromisso com o SUS.
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De acordo com a resolução, as mudanças buscam atualizar a formação em enfermagem diante das demandas contemporâneas da saúde e fortalecer a qualificação dos profissionais que atuam no sistema público e privado.
As instituições terão prazo até 2028 para adequação completa às novas regras.
*Com informações da Agência Brasil










