• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Reality da Viih Tube chama atenção para limites de leis trabalhistas

Administrador Por Administrador
3 de julho de 2026
Em Cidades
0
reality-da-viih-tube-chama-atencao-para-limites-de-leis-trabalhistas

Reality da Viih Tube chama atenção para limites de leis trabalhistas

0
AÇÕES
1
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

O Ministério Público do Trabalho de São Paulo (MPT-SP) abriu inquérito para apurar possíveis violações à legislação trabalhista no reality show criado pela influenciadora Viih Tube e pelo marido, Eliezer, com a participação de funcionários da residência do casal em dinâmicas exibidas nas redes sociais. O caso, que ganhou repercussão após críticas nas redes, trouxe para o centro do debate os limites da exposição de trabalhadores em conteúdos digitais.

O programa, intitulado “As Patroas (e o patrão)”, estreou na última terça-feira (30/6) e reunia 11 empregados em provas e desafios com premiações em dinheiro e benefícios, como valores acumulados ao longo das dinâmicas e itens como uma moto. Em uma das atividades, moedas foram espalhadas pela casa, incluindo locais como banheiro e lixeira, e os funcionários precisavam encontrá-las para somar pontos. O conteúdo gerou reações negativas e levou à retirada de parte dos vídeos do ar.

Em meio à repercussão negativa, a influenciadora afirmou que o projeto tinha caráter de debate social. “Meu Deus do céu, a proporção que tomou, estou mega-assustada.” “A nossa intenção era chamar atenção para falar sobre o fim da escala 6×1, da qual somos contra. Porém, eu não imaginava que tomaria a proporção que tomou”, disse em publicação nas redes sociais, antes de o perfil da influenciadora no Instagram sair do ar.

A influenciadora ainda afirmou que a participação dos funcionários foi voluntária. “Elas não foram obrigadas a participar. Foi feito um convite e topou quem quis ter essa relação contratual com a gente fora do trabalho”, disse.

Limites das leis trabalhistas 
O episódio, porém, passou a ser analisado sob a ótica do Direito do Trabalho. Para o advogado Juarez da Silva, a utilização da imagem do empregado encontra limites claros na legislação brasileira e não pode ser tratada como extensão automática do poder diretivo do empregador.

“A utilização da imagem do empregado possui limites jurídicos claros. Embora o poder diretivo permita ao empregador organizar a atividade empresarial, ele não autoriza a exploração irrestrita da imagem ou da personalidade do trabalhador”, afirmou ao O HOJE. Segundo o profissional, a proteção envolve dispositivos da Constituição Federal, do Código Civil, da CLT e da Lei Geral de Proteção de Dados.

Outro ponto é o consentimento do trabalhador. Ainda que haja autorização, especialistas alertam que isso não é suficiente para afastar eventual irregularidade. Para a advogada Nathália da Paixão Abreu, a análise depende do contexto da relação de trabalho, marcada pela subordinação.

“O consentimento do empregado, por si só, não é suficiente para afastar eventual irregularidade no uso de sua imagem”, disse ao O HOJE. A profissional acrescenta que “nem sempre é possível afirmar que o consentimento foi prestado de forma totalmente livre”, justamente em razão da relação de dependência entre empregado e empregador.

Consequências de cruzar a linha
A exposição pode ser considerada irregular quando há constrangimento, humilhação ou uso da imagem em situações vexatórias, com potencial de violar a dignidade do trabalhador. Nesses casos, há possibilidade de responsabilização civil, incluindo indenização por danos morais e retirada do conteúdo.

“As consequências podem incluir condenação ao pagamento de indenização por danos morais, eventual indenização pelo uso indevido da imagem e obrigação de cessar a divulgação do conteúdo”, explicou Juarez da Silva.

Enquanto o MPT analisa o caso, o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em publicação recente, afirma que a exposição de trabalhadores a situações humilhantes pode caracterizar assédio moral. “Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever”, afirma o órgão.

A reportagem do O HOJE entrou em contato com o Ministério Público do Trabalho de São Paulo (MPT-SP), mas, até o fechamento desta edição, não obteve retorno.

Leia mais:

Justiça de Goiás suspende “Pra Ter Onde Morar” e interrompe pagamentos à construtora

O post Reality da Viih Tube chama atenção para limites de leis trabalhistas apareceu primeiro em O Hoje.

Postagem Anterior

Insegurança na Rua do Lazer preocupa MP e empresários em

Próxima Postagem

Relações de trabalho na era das redes sociais entra em debate com caso da Viih Tube

Próxima Postagem
relacoes-de-trabalho-na-era-das-redes-sociais-entra-em-debate-com-caso-da-viih-tube

Relações de trabalho na era das redes sociais entra em debate com caso da Viih Tube

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.