• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Crise de Ciro Nogueira impõe custos ao PP em ano eleitoral

Administrador Por Administrador
19 de junho de 2026
Em Política
0
0
AÇÕES
0
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

 

Bruno Goulart

O Progressistas enfrenta um momento de desgaste nacional após novas repercussões que envolvem o senador Ciro Nogueira, presidente da legenda. A pressão ocorre em um momento sensível, justamente quando o PP participa das articulações para a eleição presidencial de 2026 e tenta manter espaço nas negociações do campo de centro-direita.

As suspeitas envolvem a relação entre Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Segundo informações da investigação, mensagens indicam que Vorcaro teria pagado hospedagem para Nogueira e para o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em um hotel cinco estrelas em Lisboa, Portugal. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, também é citado pela Polícia Federal como elemento que reforçaria os “achados referentes às vantagens indevidas recebidas pelo senador”.

Além disso, a Polícia Federal já havia apontado mensagens segundo as quais Vorcaro pagaria uma mesada a Ciro Nogueira. O valor, inicialmente de R$ 300 mil, teria sido reajustado para R$ 500 mil. Na apuração, os investigadores afirmam que o senador teria montado uma rede para ocultar valores ilícitos.

Outro ponto que aumenta o desgaste é a atuação legislativa de Nogueira em temas que poderiam beneficiar o Banco Master. Antes de ser liquidado pelo Banco Central, o banco oferecia papéis com retorno acima do praticado no mercado e usava como atrativo a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC, limitada a aplicações de até R$ 250 mil. Depois de uma viagem a Lisboa custeada por Vorcaro, Ciro apresentou proposta para elevar essa garantia para R$ 1 milhão. De acordo com a investigação, o texto teria sido redigido pelo próprio Master.

André Mendonça afirma ter recusado proposta de “delação seletiva” ligada a Vorcaro

Com isso, o problema deixa de ser apenas jurídico e passa a ter peso político. O PP tem bancada, tempo de televisão, fundo partidário e presença em vários Estados. Por isso, mesmo desgastado, continua sendo uma peça importante para qualquer candidatura presidencial que tente se viabilizar no campo da centro-direita. A questão, agora, é saber se esse apoio será visto como vantagem eleitoral ou como um risco de imagem.

Desgaste pode ser administrado
Para o mestre em História e especialista em Políticas Públicas Tiago Zancopé, o desgaste nacional existe, mas pode ser administrado politicamente. Segundo Zancopé, o PP ainda tem ativos importantes para oferecer em uma campanha presidencial. “O partido tem bancada, tem tempo de TV e tem fundo partidário. Isso não pode ser desprezado”, avalia. Na visão dele, qualquer candidato pode enxergar o apoio da legenda como um “risco calculado”.

Essa lógica vale especialmente nas discussões sobre a sucessão presidencial. O PP aparece no radar de articulações que envolvem uma possível chapa de centro-direita, inclusive em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No entanto, a crise torna esse movimento mais delicado.

Zancopé avalia que, se Flávio Bolsonaro estiver atrás de Lula nas pesquisas, o apoio do PP pode continuar sendo politicamente interessante. O mesmo raciocínio poderia valer para Ronaldo Caiado (PSD), caso o ex-governador goiano recebesse apoio da legenda. Segundo o analista, a tendência seria adotar um discurso de separação entre partido e investigação. “Quem tiver responsabilidade será responsabilizado, e quem for inocente seguirá inocente”, resume.

Ampliar o debate
Além disso, a defesa política do PP pode tentar ampliar o debate para além da legenda. Se nomes de outros campos também aparecerem no radar de investigações, o partido pode usar isso para argumentar que o problema não está restrito a uma única sigla ou a um único grupo político. Na prática, seria uma tentativa de reduzir o custo eleitoral do caso e impedir que o desgaste fique concentrado apenas no Progressistas.

Em Goiás, porém, a leitura é diferente. Para Zancopé, não há, por enquanto, impacto direto sobre o PP goiano. O historiador afirma que o partido no Estado tem dinâmica própria e não deve ser confundido automaticamente com o comando nacional da legenda. “O PP de Goiás é um universo à parte. É um partido controlado pelo Alexandre Baldy, pelo Adriano do Baldy, e tem uma dinâmica própria”, afirma. A reportagem procurou os dois, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. (Especial para O HOJE)

O post Crise de Ciro Nogueira impõe custos ao PP em ano eleitoral apareceu primeiro em O Hoje.

Postagem Anterior

Federação PRD/Solidariedade cobra diálogo de Mendanha na construção de projeto ao Senado 

Próxima Postagem

“Esse é o melhor que tem”, diz Michelle Bolsonaro ao receber pamonha de Wilder em Goiás

Próxima Postagem

“Esse é o melhor que tem”, diz Michelle Bolsonaro ao receber pamonha de Wilder em Goiás

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.