Cinco militares foram baleados por um soldado na manhã desta quarta-feira (6) na base de Fort Stewart, no estado da Geórgia, Estados Unidos. O Exército confirmou o ataque, mas não divulgou o estado de saúde das vítimas, que foram levadas ao Hospital Militar de Winn, na própria região.
O tiroteio ocorreu às 11h04 (12h04 no horário de Brasília) no prédio da 2ª Brigada de Combate Blindada. A instalação foi imediatamente colocada em lockdown, e a polícia militar foi acionada. O suspeito, que é um soldado, foi preso pouco depois do ataque e, segundo as autoridades, “não representa mais ameaça à comunidade”. A identidade dele não foi divulgada.
Às 12h10, parte da base foi reaberta, mas a área onde o crime aconteceu seguiu isolada. Três escolas próximas: Diamond, Kessler e Murray Elementary, também entraram em lockdown por precaução, conforme o Departamento de Educação do condado de Liberty.
A Fort Stewart é uma das principais bases militares do país, sede da 3ª Divisão de Infantaria, e fica localizada a 60 km de Savannah. No local, são treinadas e mobilizadas tropas da ativa e da reserva para operações do Exército dos Estados Unidos. Mais de 10 mil pessoas vivem nos arredores da base.
O governador da Geórgia, Brian Kemp, lamentou o ataque. “Estamos mantendo as vítimas, suas famílias e todos os que respondem ao caso em nossos corações e orações”, afirmou em publicação na rede X. O senador democrata Raphael Warnock também se manifestou, pedindo orações para os envolvidos.
A Casa Branca informou que o presidente Donald Trump foi notificado sobre o ocorrido e que “monitora a situação”. O FBI em Savannah está atuando junto à Divisão de Investigação Criminal do Exército para apurar as circunstâncias do ataque. As autoridades ainda não divulgaram a motivação do crime.
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