A confusão generalizada após a partida entre Vila Nova e Operário-PR, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), pela quinta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, terá agora desdobramentos na Justiça Desportiva. O caso foi encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que irá avaliar os acontecimentos registrados após o apito final.
A procuradora Rita de Cássia Anselmo Bueno formalizou denúncia solicitando punições aos envolvidos. Entre os citados estão o próprio Vila Nova, atletas das equipes e até um gandula do clube colorado.
Segundo a denúncia, o fim do jogo foi marcado por desordem, com troca de agressões, arremesso de objetos e acusações graves, incluindo um suposto caso de injúria racial contra o atacante Berto. O episódio também é investigado paralelamente pelas autoridades policiais.
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A súmula do árbitro reforça os pontos levantados, destacando ainda a conduta de um gandula, que teria atrasado o reinício da partida ao esconder bolas, atitude considerada antidesportiva.
Diante das ocorrências, o Vila Nova foi enquadrado em diferentes artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que tratam de desordem, lançamento de objetos e falhas na segurança. As penalidades podem incluir multas e até perda de mando de campo.










