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Se Caiado crescer para presidente reduz as chances de Daniel

Administrador Por Administrador
29 de agosto de 2025
Em Política
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Se Caiado crescer para presidente reduz as chances de Daniel

O Estado de Goiás tem 3% do eleitorado nacional – 5.126.435 dos 155.912.680 do Brasil no ano passado, talvez 5% a mais em 2026. Se fosse uma pesquisa, ficaria abaixo da margem de erro. Por isso, o planejamento da campanha do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) a presidente da República deve marcar apenas eventos-chave para Goiânia e grandes cidades do interior. Ao mesmo tempo, seu vice, Daniel Vilela (MDB), vai enfrentar ossos titânicos de roer, os do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e do senador Wilder Morais (PL).

Daniel ficará como os personagens do dramaturgo William Shakespeare, tendo de torcer para alto desempenho de Caiado na campanha ao Palácio do Planalto e ao mesmo tempo sofrendo a falta dele nas suas incursões aos municípios. O instituto Quaest, em levantamento pago pela consultoria Genial, fez 12.150 entrevistas de 13 a 17 de agosto por todo o País. Caiado apareceu com 3%, condizente com a população do Estado, em que ostenta 88% de bom e ótimo. É provável que tenha mais, pois a pesquisa incluiu cinco nomes de sua mesma faixa e na hora adequada Ratinho Jr. (PR), Romeu Zema (MG) e Eduardo Leite, já reeleitos aos governos, serão candidatos ao Senado – a dúvida é se Tarcísio de Freitas vai trocar o certo (a reeleição a governador de São Paulo) pelo dificílimo (o único caixa maior que o seu no momento, o do Governo Federal).

Astro na festa de Barretos

Na última semana, Caiado teve novos compromissos no interior paulista e no mineiro. Se Daniel viu os vídeos, deve ter ficado roxo de preocupação, pois o sucesso foi total. Na gigantesca festa de Barretos (SP), sua popularidade se equiparou à dos artistas sertanejos e superou a do anfitrião Tarcísio. Em Uberlândia (MG), como sempre, parecia estar em Nova Crixás, o município do Vale do Araguaia em que vota, estimulando uma dobradinha com Zema. O problema (para Daniel) é que nos outros Estados se digitar o 15 vai aparecer outro rosto, não o seu.

O mesmo se prevê para a região Oeste da Bahia (Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e outros munícipios do agro), onde Caiado disputa cabeça a cabeça com Lula, mesmo o PT estando hegemônico há década no Estado. Em algumas regiões do Rio Grande do Sul, Caiado supera Lula, perde somente para Eduardo. O mesmo ocorre no interior do Paraná, de Santa Catarina e dos dois Mato Grosso. Daniel deve estar com um carrapato shakespeariano atrás das duas orelhas, temendo um fim kafkiano.

Seu eleitor onde a pesquisa não chega

Esse êxito de Caiado em lugares muito mais populosos que Goiás ainda não se reflete nas pesquisas e os motivos são diversos. Um deles é a inclusão de nomes que não estarão nas urnas, como o do ex-presidente Jair Bolsonaro, que a Justiça, o ministro Alexandre de Moraes (STF) à frente, tornou inelegível. Além dele, os demais quatro governadores, que não sairiam em bloco. Outra razão é o domicílio de quem melhor absorve o discurso de Caiado, o homem do campo ou que mora na cidade, mas tem origem rural.

Os produtores agropecuários, sejam patrões ou empregados, da agricultura familiar aos donos de imensas propriedades, passam o dia na roça, no curral, no escritório da fazenda – enfim, têm o que fazer, não está no meio da rua esperando conversar com funcionário de instituto de pesquisa. Os que trabalham e moram na zona rural nunca serão encontrados pelos entrevistadores. Portanto, a massa eleitoral propensa a votar em Ronaldo Caiado só terá condição de afirmar isso quando estiver diante da urna.

Longa jornada País a dentro

À medida que intensificar as viagens, de abril em diante, o crescimento esperado será exponencial para Caiado. Daniel, que não tem barba, deve colocar o queixo de molho, e Lula vai ter de cofiar a sua bastante em busca da galera de chapéu, cinto e suor. Após as desistências dos colegas chefes de Executivos estaduais, será absolutamente natural que Caiado alcance 12%. Aí, ninguém vai segurá-lo em Goiás, Daniel só o verá em imagens na internet.

A federação de partidos a que Caiado pertence, a União Progressista, suporta muito adesista que pode marchar com Lula, porém, ao mesmo tempo, é a maior do País em capilaridade – nenhuma referência ao citado ministro. Serão muitas opções de agenda para o governador e sua mulher, Gracinha Caiado, cujo grupo tem condição de se encarregar de sua trajetória rumo ao Senado, pois ela também percorrerá o País em busca de votos para o marido.

A vital importância de Gracinha

Gracinha é vital nas parcelas de eleitores rarefeitas ao espectro ideológico de seu marido – mulher, nordestina, empoderada. Baiana de Feira de Santana, quando conheceu Ronaldo Caiado já era rica (mais do que ele), líder (primeiro que ele) e de prestígio (na Bahia, até hoje o supera). Dos 88% que aplaudem a gestão, boa parte vem do que Gracinha e sua equipe conseguiram com os programas de atendimento a famílias em vulnerabilidade econômica do Estado e seu pulso firme para promoção social não ser ressignificada em populismo. 

O casal nº 1 vai buscar viabilidade para o sonho da Presidência percorrendo as outras 26 unidades da federação e não cabe Daniel nessa estratégia, a não ser pelo fato de se aguardar que mantenha o pique e a qualidade de Caiado no governo. Qualquer coisa menos que isso significará declínio custoso de se reverter. 

Mais de um palanque de governador de Goiás?

O cenário pode ter matizes de dioramas tão impensáveis que Caiado talvez frequente mais de um palanque de governador em Goiás. Se a família Bolsonaro o apoiar, levando junto o PL, passam a ser dois os candidatos da coligação (que está proibida para proporcionais e legalizada para majoritários), Daniel e Wilder – com o detalhe de o governador à época ser de um partido, o MDB, que sequer compõe a federação. Impossível? Essa palavra não existe em política.

Há quem pense que Caiado pode desistir da vontade de ser presidente e se candidatar ao Senado. Como impossível é um termo que inexiste, é no mínimo improvável que deixe escorrer entre os dedos a sua aspiração, porque pior estava em 1989 e não se abaixou. Naquela eleição, chegou a ter alguma esperança, mas logo surgiram dois candidatos com características semelhantes às suas, Guilherme Afif Domingos e Fernando Collor, que venceu. Caiado teve menos de 1%, porém isso nada diz do que foi aquele pleito: tinha experiência nenhuma, seu partido (PSD) e o do vice Camilo Calazans (PDN) eram naniquíssimos, a comunicação se assemelhava aos sinais de fumaça e o staff não passava de alguns fazendeiros com muito mais coragem que conhecimento.

O de 1989 era muito diferente deste de 2026

O Caiado de 2026 é um misto de PSG e Chelsea comparado ao time de caneludos pernas de pau da primeira guerra. Seu portfólio era nenhum. Só havia administrado ala de UTI e pronto-socorro de hospital, coordenando a salvação de vidas e de mobilidade, pois um minuto decidiria se o paciente voltaria a andar ou se amputaria determinada perna.

O novo Caiado foi submetido a diversas harmonizações sociais e políticas. Sobreviveu a doenças e a tragédias como a morte do filho que levava seu nome. Se como aquele Caiado não se conseguiu que afrouxasse para apoiar Fulano ou Beltrano no 1º turno, muito menos esse de agora. Notícia ruim para Daniel.

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