• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Participação de idosos no mercado de trabalho atinge recorde em Goiás

Administrador Por Administrador
15 de junho de 2026
Em Cidades
0
0
AÇÕES
0
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

A participação de brasileiros com 60 anos ou mais no mercado de trabalho atingiu o maior patamar da última década. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o contingente de idosos ocupados no País passou de 5,7 milhões em 2016 para 8,7 milhões em 2025, um crescimento de 53%. O avanço supera o próprio ritmo de envelhecimento da população brasileira, que registrou aumento de 37% no mesmo período.

Em Goiás, a tendência também se intensificou. No primeiro trimestre deste ano, o Estado contabilizava mais de um milhão de pessoas com 60 anos ou mais. Desse total, 283 mil permaneciam inseridas no mercado de trabalho. Nos últimos quatro anos, o número de trabalhadores idosos em Goiás cresceu 27,5%, refletindo transformações demográficas, econômicas e sociais que têm alterado o perfil da força de trabalho.

A participação de brasileiros com 60 anos ou mais no mercado de trabalho atingiu o maior patamar da última década. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o contingente de idosos ocupados no país passou de 5,7 milhões em 2016 para 8,7 milhões em 2025, um crescimento de 53%. O avanço supera o próprio ritmo de envelhecimento da população brasileira, que registrou aumento de 37% no mesmo período.

Em Goiás, a tendência também se intensificou. No primeiro trimestre deste ano, o estado contabilizava mais de um milhão de pessoas com 60 anos ou mais. Desse total, 283 mil permaneciam inseridas no mercado de trabalho. Nos últimos quatro anos, o número de trabalhadores idosos em Goiás cresceu 27,5%, refletindo transformações demográficas, econômicas e sociais que têm alterado o perfil da força de trabalho.

Especialistas apontam que a ampliação da presença da população idosa no mercado está relacionada a uma combinação de fatores. Entre eles estão a necessidade de complementação de renda, o aumento da expectativa de vida, a melhoria das condições de saúde e a demanda crescente por profissionais em determinados segmentos da economia.

Embora o trabalho na terceira idade possa representar autonomia financeira, convivência social e manutenção da rotina, a permanência na atividade profissional ocorre, em muitos casos, por necessidade econômica. A reforma da Previdência de 2019 é apontada como um dos fatores que contribuíram para esse cenário, ao estabelecer novas regras de transição e elevar a idade mínima para aposentadoria, ampliando o tempo de permanência dos trabalhadores no mercado.

Além disso, muitos idosos que já recebem aposentadoria continuam exercendo alguma atividade remunerada. Em diversos casos, os valores dos benefícios não são suficientes para cobrir despesas básicas, especialmente diante do aumento do custo de vida. Gastos com alimentação, medicamentos, planos de saúde e moradia figuram entre os principais fatores que levam aposentados a permanecerem economicamente ativos.

“O custo de vida é muito alto. Quem vai pagar a comida?”, relata uma trabalhadora de 67 anos que continua trabalhando mesmo após atingir a idade de aposentadoria.

Outro aspecto observado pelos pesquisadores é o crescimento da informalidade entre os trabalhadores mais velhos. Dados nacionais indicam que 53% dos idosos ocupados atuam sem vínculo formal de trabalho, percentual superior à média nacional de 38%. A predominância de ocupações informais demonstra que parte significativa dessa população encontra dificuldades para acessar vagas formais, recorrendo ao trabalho autônomo, aos serviços temporários e às atividades de prestação de serviços para complementar a renda.

Ao mesmo tempo, o aumento da expectativa de vida tem ampliado as condições para que mais pessoas permaneçam produtivas por mais tempo. Em 2024, a expectativa de vida do brasileiro alcançou 76,6 anos, a maior já registrada no país. Os avanços nas áreas de saúde, vacinação, saneamento básico e acesso a tratamentos médicos contribuíram para que a população chegasse à terceira idade com melhores condições físicas e cognitivas em comparação às gerações anteriores.

Essa realidade é observada também em Goiás. Muitos trabalhadores idosos afirmam que a atividade profissional continua desempenhando papel importante em suas vidas, não apenas pelo aspecto financeiro, mas também pela manutenção da rotina e do convívio social. Antonio Mendes, que atua como taxista, relata que prefere continuar trabalhando. “Não consigo ficar em casa parado, chega a me dar fraqueza”, afirma.

O cenário econômico do estado também tem favorecido a contratação de profissionais mais experientes. Goiás registra as menores taxas de desocupação desde 2014, o que tem levado empresas de diferentes segmentos a ampliar a busca por trabalhadores disponíveis para preencher vagas. Nesse contexto, profissionais com mais de 60 anos passaram a ser considerados uma alternativa para suprir parte da demanda por mão de obra.

Empresas relatam que trabalhadores mais experientes costumam apresentar características valorizadas no ambiente corporativo, como responsabilidade, comprometimento, estabilidade emocional e menor rotatividade. Em um mercado que enfrenta dificuldades para recrutar e reter profissionais em determinadas funções, esses atributos têm contribuído para a ampliação das oportunidades voltadas ao público sênior.

Legenda: Maior expectativa de vida, necessidade de complementação de renda e demanda por mão de obra estão entre os fatores | Foto: ABr/TBC
Setores que mais contratam idosos
Os setores de serviços e comércio concentram grande parte das contratações. Redes de supermercados instaladas em Goiânia já desenvolvem programas específicos para a admissão de trabalhadores com mais de 60 anos. As oportunidades incluem funções de atendimento ao público, operação de caixa, reposição de mercadorias, serviços administrativos e cargos de supervisão.

Dados do Ministério do Trabalho apontam ainda que ocupações como faxineiro, auxiliar de escritório e assistente administrativo estão entre as mais comuns para profissionais acima dos 60 anos. Os segmentos de logística e segurança também absorvem parcela significativa dessa mão de obra, especialmente em funções como vigia, porteiro e motorista de caminhão.

Apesar do crescimento da participação dos idosos no mercado de trabalho, especialistas apontam obstáculos para a ampliação da inclusão desse público. Entre os principais desafios está a qualificação tecnológica. A crescente digitalização dos processos de trabalho exige conhecimentos que muitos profissionais mais velhos não tiveram oportunidade de desenvolver ao longo da vida profissional, o que pode limitar o acesso a vagas mais qualificadas e melhor remuneradas.

Outro entrave é o etarismo, caracterizado pela discriminação em razão da idade. Pesquisas indicam que 87% dos profissionais com mais de 60 anos acreditam que as empresas discriminam trabalhadores mais velhos durante processos seletivos. A percepção de que profissionais idosos seriam menos produtivos ou apresentariam maior dificuldade de adaptação às mudanças tecnológicas ainda é apontada como um dos fatores que restringem oportunidades de contratação.

A informalidade também permanece como um desafio para esse grupo. A predominância de atividades sem carteira assinada, trabalhos autônomos e contratos temporários evidencia a dificuldade de acesso a vínculos mais estáveis e a mecanismos de proteção social. Esse cenário ganha relevância diante do aumento da participação dos idosos na força de trabalho e da necessidade de garantir condições adequadas para a permanência desse público em atividade.

Embora a legislação brasileira assegure o direito ao trabalho e estabeleça mecanismos de proteção contra a discriminação por idade, especialistas avaliam que ainda existem desafios para ampliar a integração dos trabalhadores idosos ao mercado formal. Entre as medidas frequentemente apontadas estão programas de capacitação continuada, ações de atualização profissional e iniciativas voltadas à promoção da diversidade etária nos ambientes de trabalho.

 

Leia mais: Trump anuncia acordo com Irã e reabertura do Estreito de Hormuz

 

Postagem Anterior

Colisão entre helicópteros no Rio de Janeiro deixa ao menos cinco mortos e provoca incêndio em avenida

Próxima Postagem

Goiás empata com Athletic fora de casa pela série B

Próxima Postagem

Goiás empata com Athletic fora de casa pela série B

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.