• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
News GYN
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos
Sem Resultado
Ver todos os resultados
News GYN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Câmara aprova urgência de projeto que altera regras para aborto legal em menores

Administrador Por Administrador
6 de novembro de 2025
Em Política
0
camara-aprova-urgencia-de-projeto-que-altera-regras-para-aborto-legal-em-menores

Câmara aprova urgência de projeto que altera regras para aborto legal em menores

0
AÇÕES
9
VISUALIZAÇÕES
Share on FacebookShare on Twitter

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 313 votos favoráveis e 119 contrários, o requerimento de urgência de um projeto de lei que busca impedir a aplicação de uma resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) relacionada ao aborto legal em menores de 14 anos.

Com a urgência aprovada, o texto poderá ser votado diretamente no plenário, sem passar pela análise das comissões. A votação do mérito está prevista para ocorrer ainda nesta sessão, de acordo com a Mesa Diretora.

A proposta foi apresentada pela deputada Chris Tonietto (PL-RJ) e recebeu apoio de parlamentares do PP, PL, PSD, Republicanos, União Brasil e MDB. O relator é o deputado Luiz Gastão (PSD-CE). O projeto pretende sustar a resolução do Conanda publicada em janeiro, que orientava que menores de 14 anos poderiam realizar aborto legal em qualquer fase da gestação nos casos previstos pela legislação brasileira.

Leia também: Por 10 a 1, STF proíbe atuação de enfermeiros em abortos legais

Orientações do Conanda sobre aborto
A resolução do Conanda — órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, composto por representantes do governo e da sociedade civil — estabelecia orientações para o atendimento de menores vítimas de violência sexual. Entre as diretrizes, o texto afirmava que o procedimento poderia ser realizado “independentemente de lavratura de boletim de ocorrência, de decisão judicial autorizativa e de comunicação aos responsáveis legais”, indicando que esses elementos não deveriam servir como impedimento ao atendimento.

O documento também destacava que “o limite de tempo gestacional para a realização do aborto não possui previsão legal, não devendo ser utilizado pelos serviços como instrumento de óbice para realização do procedimento”. A resolução ainda mencionava que o método a ser utilizado deveria seguir “evidências científicas e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

Durante a sessão, parlamentares se posicionaram de forma divergente sobre o tema. Deputadas contrárias ao projeto defenderam a manutenção das orientações do Conanda. No plenário, a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) declarou: “Menina não é mãe, estuprador não é pai, respeitem a lei brasileira”.

A deputada Chris Tonietto, autora do projeto, argumentou que a resolução deveria ser sustada. Em sua justificativa, afirmou: “Seu conteúdo, além de ilegal, importa na promoção de uma política atentatória ao mais basilar dos direitos humanos: a vida”.

Deputada Chris Tonietto (PL), é autora do projeto
A resolução, publicada no Diário Oficial da União no início deste ano, possui natureza normativa e funciona como orientação para serviços de saúde e instituições do sistema de garantia de direitos. Ela detalha procedimentos permitidos pela legislação brasileira, que autoriza o aborto em casos de gravidez resultante de violência sexual, risco de vida para a gestante e anencefalia.

Números
Os dados mais recentes mostram a dimensão do tema no Brasil. Em 2023, quase 14 mil meninas de 10 a 14 anos tiveram filhos, e apenas 154 delas acessaram o aborto legal nos casos previstos pela lei. Outro levantamento revela que, entre 2015 e 2020, mais de 132 000 meninas de 10 a 14 anos foram vítimas de estupro de vulnerável; nesse período, apenas 362 receberam o aborto legal — menos de 4 % das que engravidaram.

No período de 2011 a 2021, foram identificados 107,8 mil nascidos vivos de mães entre 10 e 14,5 anos de idade — média de 26 nascimentos por dia nessa faixa etária.

Com a aprovação da urgência, o projeto segue diretamente para votação no plenário da Câmara. Caso seja aprovado, encaminhar-se-á ao Senado Federal para apreciação.

 

 

 

 

Leia também: Fé e Poder: como a religião entrou no jogo das nomeações no STF

Médica suspeita de sequestrar bebê dentro de hospital em Goiás é presa por envolvimento em outro crime

Postagem Anterior

Bolsonaro pede ao STF autorização para receber Ronaldo Caiado

Próxima Postagem

Municípios temem perdas de R$ 5 bi com isenção do IR em até R$ 5 mil e pedem compensação

Próxima Postagem
municipios-temem-perdas-de-r$-5-bi-com-isencao-do-ir-em-ate-r$-5-mil-e-pedem-compensacao

Municípios temem perdas de R$ 5 bi com isenção do IR em até R$ 5 mil e pedem compensação

News GYN

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.

Menu

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato

Redes Sociais

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Notícias
    • Economia
    • Política
  • Brasil
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Tecnologia
  • Vídeos

© 2026 News GYN - Todos os direitos reservados.