O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), voltou a defender, nesta terça-feira (28), a anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos do 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão por chefiar a trama golpista.
Em entrevista ao portal Metrópoles, Caiado afirmou que o assunto está previsto em seus projetos, caso seja eleito presidente em outubro. “Eu disse que vou fazer porque quero pacificar o país. Imediatamente vou encaminhar ao Congresso um projeto para que eu, credenciado pela população, eleito, eu vou pacificar o país”, afirmou.
Caiado ressaltou que foi “o primeiro no Brasil a dizer” que concederia indulto a Bolsonaro. “Fui o primeiro no Brasil a dizer isso. Conversa minha não tem curva”, ressaltou o ex-governador de Goiás.
A afirmação do pessedista vem logo após as sucessivas críticas de Caiado ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato ao Palácio do Planalto dos liberais, e também ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), dois dos filhos do ex-presidente.
Durante a convenção que oficializou seu nome ao Planalto pelo PSD, o ex-governador afirmou que Flávio é o “candidato Kinder Ovo, uma surpresinha todo dia”, sem citar o senador nominalmente. Caiado fez referência às sucessivas crises enfrentadas pela pré-campanha do candidato do PL.
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