A chegada da seleção do Iraque aos Estados Unidos para a disputa da Copa do Mundo de 2026 foi marcada por um episódio incomum. O atacante Aymen Hussein, um dos principais nomes da equipe, foi detido e interrogado por cerca de sete horas pelas autoridades de segurança do Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago.
De acordo com informações divulgadas pela agência de notícias Shafaq, integrantes da delegação iraquiana tentaram intervir junto às autoridades norte-americanas para esclarecer a situação e obter a liberação do atleta. No entanto, os primeiros esforços não tiveram resultado imediato.
O jogador acabou sendo liberado após horas de questionamentos e pôde seguir viagem com a delegação. Segundo relatos da imprensa internacional, a principal hipótese é que tenha ocorrido uma confusão de identidade envolvendo outro cidadão iraquiano.
O episódio chamou atenção às vésperas do início do Mundial e gerou repercussão entre torcedores e dirigentes da seleção asiática, que retorna à fase final da Copa do Mundo após cerca de 40 anos de ausência.
Casos semelhantes
Esta não é a primeira vez que problemas relacionados à entrada de atletas nos Estados Unidos ganham destaque durante uma Copa do Mundo. Recentemente, o atacante Breel Embolo, da seleção da Suíça, também enfrentou dificuldades para ingressar no país após ter a autorização de entrada inicialmente negada. A situação foi resolvida posteriormente, permitindo sua integração ao grupo.
Retorno ao Mundial
A seleção iraquiana chega à Copa do Mundo de 2026 com a expectativa de fazer uma campanha histórica. A equipe integra o Grupo I da competição ao lado de França, Senegal e Noruega. A participação marca o retorno dos iraquianos à principal competição do futebol mundial após quatro décadas, aumentando a expectativa dos torcedores em torno da campanha da equipe no torneio disputado em solo norte-americano.


