Centenas de pessoas participaram, na manhã deste domingo (12), de um ato no Parque Flamboyant, em Goiânia, pedindo justiça pela morte do cachorro Brutus. O animal foi baleado na cabeça por um soldado do Corpo de Bombeiros no último dia 5 de abril.
Com cartazes e faixas, os manifestantes caminharam pela região cobrando a responsabilização do militar. Durante o protesto, participantes afirmaram que o caso não pode ser tratado como legítima defesa. “Sabemos que muitos cães como Brutus estão sendo mortos. É preciso que haja justiça”, declarou uma manifestante ao megafone.
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Justiça após morte do cão Brutus
De acordo com o relato do bombeiro à Polícia Civil, o disparo ocorreu enquanto ele se exercitava no estacionamento do Estádio Serra Dourada. O militar afirmou ter sido surpreendido por um grupo de cães que teria saído de uma área abandonada próxima ao local.
Segundo o depoimento, ele tentou se afastar correndo e chegou a usar o celular para conter um dos animais. Em seguida, ao perceber a aproximação de Brutus, sacou a arma e efetuou o disparo. O soldado alegou que não tinha intenção de matar o cachorro, mas de afastar os animais.
O caso apresenta divergências: inicialmente, o bombeiro mencionou ter sido atacado por cerca de seis cães, enquanto depois afirmou que eram cinco. Manifestantes sustentam que há indícios de que o tiro foi intencional.
Brutus era considerado um cão comunitário e recebia cuidados de moradores da região. Após ser baleado, ele foi levado ao quartel da corporação, mas não resistiu aos ferimentos.
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