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Cantor é condenado por abuso sexual contra as próprias filhas no Pará

Administrador Por Administrador
29 de março de 2026
Em Cidades
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Cantor é condenado por abuso sexual contra as próprias filhas no Pará

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A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas. A decisão foi proferida em primeira instância. Portanto, ainda cabe recurso.

A princípio, as denúncias foram apresentadas em 2019. Na ocasião, as vítimas, já adultas, relataram episódios ocorridos durante a infância. Segundo o processo, os fatos teriam acontecido entre 2007 e 2011, em Belém (PA), quando elas tinham menos de 14 anos.

Foto: Divulgação
Denúncias e investigação
De acordo com os autos, os relatos indicam que os episódios ocorreram em diferentes ambientes. Entre os locais mencionados, estão a residência da família e um veículo. A partir dessas informações, foram iniciadas as investigações.

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Sendo assim, o processo foi instruído com base em depoimentos e outros elementos reunidos ao longo da apuração. As informações foram analisadas pelas autoridades responsáveis pela condução do caso.

Foto: Divulgação
Decisão judicial
A Justiça entendeu que há elementos suficientes para comprovar autoria e materialidade. O entendimento se baseia no conjunto probatório apresentado durante o processo, com destaque para os depoimentos das vítimas.

Dessa forma, foi proferida a condenação em primeira instância. Ou seja, o caso ainda não possui decisão definitiva e pode ser analisado por instâncias superiores.

Foto: Divulgação
Posicionamento da defesa do cantor
A defesa do cantor informou que pretende recorrer da decisão. Em nota, os advogados do cantor afirmaram que o processo ainda está em curso e que não há decisão definitiva.

Além disso, a equipe jurídica alegou a existência de possíveis violações ao devido processo legal. Segundo a defesa, tais questões podem comprometer a validade dos atos processuais e da decisão proferida.

Por fim, os advogados também manifestaram preocupação com a divulgação de informações sobre o caso. De acordo com a defesa, o processo tramita em sigilo, o que exige restrições legais quanto ao acesso e à divulgação de dados, com o objetivo de preservar a regularidade processual e os direitos das partes envolvidas.

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