A Justiça de Rondônia decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva de João Júnior, aluno suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil, Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos. O crime ocorreu na noite de sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, em Porto Velho.
Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ SECOM
O crime e a prisão
De acordo com as informações, Juliana foi atingida por golpes de faca durante o exercício de suas funções acadêmicas. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. O acusado, que é aluno da instituição, foi preso em flagrante logo após o ocorrido.
Durante a audiência de custódia realizada na manhã de sábado, o Ministério Público (MP) solicitou a prisão preventiva do suspeito como forma de garantir a ordem pública. O MP classificou o ato como “covarde” e prometeu atuar com firmeza na apuração total do crime.
Reações e Homenagens
A Faculdade Metropolitana, por meio do Grupo Aparício Carvalho, manifestou profundo pesar pela perda, ressaltando que Juliana era uma referência de excelência acadêmica, ética e dignidade.
A Assembleia Legislativa de Rondônia também emitiu uma nota de indignação, reforçando que é inadmissível que mulheres continuem sendo vítimas de violência, especialmente em locais destinados à educação e ao diálogo. Até o fechamento desta reportagem, a defesa do acusado não havia sido localizada para prestar esclarecimentos.
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