O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) que não vê necessidade de ordenar uma operação para capturar o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao comentar o andamento da guerra na Ucrânia.
A declaração foi dada em resposta a uma pergunta de um repórter durante uma reunião com executivos do setor petrolífero, em Washington.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, durante discurso – Créditos: Official White House Photo by Andrea Hanks
Trump afirmou, ainda, ter mantido ao longo dos anos um bom relacionamento com o líder russo e declarou frustração com a dificuldade de encerrar o conflito. Segundo ele, a guerra na Ucrânia parecia, inicialmente, uma das mais fáceis de resolver. “Não acho que será necessário”, disse o presidente, ao ser questionado sobre a possibilidade de autorizar uma missão desse tipo.
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Trump também citou números de baixas recentes e a situação econômica da Rússia para sustentar sua avaliação de que o conflito tende a ser resolvido. De acordo com o presidente, apenas no último mês, cerca de 31 mil pessoas teriam morrido, muitas delas soldados russos. “A economia russa está em má situação. Acho que vamos acabar resolvendo isso. Gostaria que tivéssemos conseguido mais rápido”, afirmou.
Em outro momento da conversa com jornalistas, Trump disse que o presidente russo não se sente intimidado pela liderança europeia, mas teme o poder dos Estados Unidos sob seu comando.
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Para ele, o peso militar e político de Washington seria o principal fator de pressão sobre Moscou.
As falas ocorrem enquanto representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos participam, ao lado de uma coalizão de países aliados de Kiev, de negociações em Paris.
Acordo de paz mediado por Trump
As conversas buscam superar divergências remanescentes em um acordo de paz que Washington pretende finalizar com o governo ucraniano antes de levá-lo à apreciação da Rússia.
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Desde o início do atual mandato de Trump, os Estados Unidos passaram a adotar um papel de mediação no conflito, deixando de atuar exclusivamente como apoiadores do governo ucraniano.
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A estratégia da Casa Branca tem sido costurar um acordo entre Kiev e Moscou e tentar convencer o Kremlin a aderir aos termos negociados.








